
O Jornal Nacional já
fez versão estendida para cobrir denúncia contra Lula, a Rede Globo transmitiu
ao vivo a (abusiva e inaceitável) condução coercitiva determinada por Sérgio
Moro, a revista Veja já o colocou decapitado em uma das dezenas de capas que o
depreciaram e Dallagnol já apresentou, em uma coletiva, o famigerado Power
Point que o chamou de chefe da quadrilha. O MBL já expôs bonecos infláveis de
Lula vestido de presidiário na Avenida Paulista, Dória já fez politicagem
ao xingá-lo diversas vezes nas redes
sociais e Moro o condenou sem provas à prisão e à Inelegibilidade. Tudo isso
para, em nome do ódio, tentar (em vão) desmoralizar Lula perante o povo. Mas
não é fácil desconstruir a imagem do maior presidente da história desse país.
Com todo esse circo, Lula ainda discursa para multidões inflamadas onde quer
que passe, em todas as regiões do Brasil.
Mas a sanha elitista
de calar a voz das ruas beira o desespero. Está mais do que clara a tentativa
de judicializar as eleições com o intuito de retirar do pleito o seu
candidato-protagonista. Caso o TRF 4 confirme a controversa decisão da primeira
instância, restará claro que o acórdão será apenas mais uma peça do golpe
iniciado em 2014, com a injusta deposição de Dilma Rousseff.
Caso Lula seja
injustamente impedido de concorrer às eleições, a democracia brasileira terá
sofrido um golpe de misericórdia, após passar longos dois anos em coma profundo
sob um governo elitista e ilegítimo. Será uma vitória implícita dessa cólera
alimentada durante décadas. Mas Lula é resistente e sobreviverá com o apoio da
maioria dos brasileiros. Admirado por intelectuais, estadistas, professores
universitários e astros do rock internacional, Lula é sobretudo amado pelo
povo. E assim como em 2002, a esperança venceu o medo, agora, por Lula, o amor
vencerá o ódio.
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